Para quem tá vindo aqui pelo Vida de Frila
O meme sai já já. Juro.
8.7.09
3.7.09
25.6.09
Ainda sobre as coisas que permanecem
Há muito, muito tempo, eu fui lisasays, em homenagem a essa música do Lou Reed, que eu e outra pessoa adorávamos e cantávamos junto, cada um sua parte. Eu ficava com o It'd be so nice, if you gave me a great big kiss, e ele com o hey, you got such pretty, eyes e o why am I so shy?
Dá licença que vou lá dançar meio desengonçadinha, que nem naquela época. E não vou ficar mais tanto tempo sem ouvir Lou.
Hey, don't you be a little baby!
Há muito, muito tempo, eu fui lisasays, em homenagem a essa música do Lou Reed, que eu e outra pessoa adorávamos e cantávamos junto, cada um sua parte. Eu ficava com o It'd be so nice, if you gave me a great big kiss, e ele com o hey, you got such pretty, eyes e o why am I so shy?
Dá licença que vou lá dançar meio desengonçadinha, que nem naquela época. E não vou ficar mais tanto tempo sem ouvir Lou.
Hey, don't you be a little baby!
17.6.09
Lavoisier
Ele: Então tá, vamos nos definir em uma frase. "Deixa eu pensar" acho que seria a minha.
Eu: Verdade.
Ele: E a sua?
Eu: Não faço idéia, diga-me você.
Ele: "Não pisa no meu calo."
Eu: ...
Eu: ...
Eu: ...
Eu: ...
Eu: Nossa, perfeito.
Isso foi há exatamente quatro anos e sete meses. E continua sendo perfeito.
Ele: Então tá, vamos nos definir em uma frase. "Deixa eu pensar" acho que seria a minha.
Eu: Verdade.
Ele: E a sua?
Eu: Não faço idéia, diga-me você.
Ele: "Não pisa no meu calo."
Eu: ...
Eu: ...
Eu: ...
Eu: ...
Eu: Nossa, perfeito.
Isso foi há exatamente quatro anos e sete meses. E continua sendo perfeito.

Ando meio chata, meio brava, meio nhé.
Cadê aquela parte leve de mim, com brilho nos olhos, que sorri e acha tudo lindo?
Preciso de um banho de mar. Na falta, vamos de sal grosso.
(foto via)
16.6.09
Verborragia

Essa é para os meus alguns amigos que me amolam porque eu falo demais. Falo mesmo, já fiquei calada demais nessa vida.
(via don't touch my moleskine)

Essa é para os meus alguns amigos que me amolam porque eu falo demais. Falo mesmo, já fiquei calada demais nessa vida.
(via don't touch my moleskine)
15.6.09
Historinha
Eles tinham se conhecido meio altos, no meio da meia-luz, cores fortes e música alta. Beijaram-se um pouco, trocaram telefones, cada um foi para o seu canto, aquela coisa de sempre.
Uns dias depois, ele recebeu uma mensagem do menino, toda fofa, dando oi. Leu, não deu muita importância, talvez respondesse mais tarde, talvez não.
Aí veio a segunda mensagem: "Responde logo, que eu sou meio nervoso..."
Foi tão doce e sincero que ele respondeu.
E estão juntos até hoje.
Eles tinham se conhecido meio altos, no meio da meia-luz, cores fortes e música alta. Beijaram-se um pouco, trocaram telefones, cada um foi para o seu canto, aquela coisa de sempre.
Uns dias depois, ele recebeu uma mensagem do menino, toda fofa, dando oi. Leu, não deu muita importância, talvez respondesse mais tarde, talvez não.
Aí veio a segunda mensagem: "Responde logo, que eu sou meio nervoso..."
Foi tão doce e sincero que ele respondeu.
E estão juntos até hoje.
10.6.09
No girl should ever forget that she doesn’t need anyone who doesn’t need her.
— Marilyn Monroe
(via fuck yeah marilyn monroe!)
— Marilyn Monroe
(via fuck yeah marilyn monroe!)
7.6.09
"My good opinion once lost, is lost forever," já dizia Fitzwilliam Darcy.
Sou igual. Eu até demoro, dou chances, mas depois que resolvo, não tem mais volta.
Sou igual. Eu até demoro, dou chances, mas depois que resolvo, não tem mais volta.
4.6.09
Peguei mania de "catar" imagens por aí, como fazia quando era menina e picotava as revistas da casa e guardava os recortes numa pasta. Virtualmente, significa juntar um monte de links e imagens numa página só, como inspiração mesmo. Até porque aprendi que, sendo tanto das palavras como sou, preciso equilibrar um pouco com imagens -- me ajuda muito, inclusive no trabalho.
Tentei fazer isso com o weheartit.com, mas peguei bode, dá pau toda hora. Resolvi dar uma chance ao tumblr e ressuscitar uma conta que tinha largado por lá. Vamos ver que bicho que dá. Então tá lá: http://sulfurica.tumblr.com, um agádoisesseóquatro puramente visual.
Tentei fazer isso com o weheartit.com, mas peguei bode, dá pau toda hora. Resolvi dar uma chance ao tumblr e ressuscitar uma conta que tinha largado por lá. Vamos ver que bicho que dá. Então tá lá: http://sulfurica.tumblr.com, um agádoisesseóquatro puramente visual.
2.6.09
27.5.09
Uma pausa
Para celebrar 80 anos da matriarca, matar saudade de uma parte da minha vida e descansar um pouco.
Volto logo.
Para celebrar 80 anos da matriarca, matar saudade de uma parte da minha vida e descansar um pouco.
Volto logo.
22.5.09
Feliz 50, Moz

“I am capable of looking on the bright side - I just don’t do it very often.”
“Doing nothing gives me great pleasure. And believe me, I succeed wonderfully in it.”
“When I'm lying in my bed I think about life and I think about death and neither one particularly appeals to me.”
“I think I must be, absolutely, a total sex object. In every sense of the word.”
“I'm not very good at being dull.”
“Nothing is important, so people, realising that, should get on with their lives, go mad, take their clothes off, jump in the canal, jump into one of those supermarket trolleys, race around the supermarket and steal Mars bars and kiss kittens.”
“What's the first thing I do when I wake up in the morning? Wish I hadn't.”
“Artists aren't really people. I'm actually 40 per cent papier mache.”
“I do think it's possible to go through life and never fall in love, or find someone who loves you.”
“When they bury me in a church and chuck earth on my grave, I’d like the words ‘Well, at least he tried’ engraved on my tombstone.”
(Via NME)

“I am capable of looking on the bright side - I just don’t do it very often.”
“Doing nothing gives me great pleasure. And believe me, I succeed wonderfully in it.”
“When I'm lying in my bed I think about life and I think about death and neither one particularly appeals to me.”
“I think I must be, absolutely, a total sex object. In every sense of the word.”
“I'm not very good at being dull.”
“Nothing is important, so people, realising that, should get on with their lives, go mad, take their clothes off, jump in the canal, jump into one of those supermarket trolleys, race around the supermarket and steal Mars bars and kiss kittens.”
“What's the first thing I do when I wake up in the morning? Wish I hadn't.”
“Artists aren't really people. I'm actually 40 per cent papier mache.”
“I do think it's possible to go through life and never fall in love, or find someone who loves you.”
“When they bury me in a church and chuck earth on my grave, I’d like the words ‘Well, at least he tried’ engraved on my tombstone.”
(Via NME)
16.5.09
Tão lindos, tão jovenzinhos, tão 80's.
Let's Go to Bed tá virando a minha favorita do The Cure. E olha que nesse caso a concorrência é brava, amo tantas.
Das coisas para as quais não tenho mais idade
E aqui faço solenemente uma promessa pública: na minha casa jamais entrará qualquer objeto, de que forma for, com estampa da Amélie Poulain ou da Audrey Hepburn fase Bonequinha de Luxo.
E aqui faço solenemente uma promessa pública: na minha casa jamais entrará qualquer objeto, de que forma for, com estampa da Amélie Poulain ou da Audrey Hepburn fase Bonequinha de Luxo.
12.5.09
8.5.09
AKA
Quando eu era pequena, meu pai me chamava de Pupi, por causa de Puppe, a palavra alemã para boneca. Meu avô me chamava de Moteck, "amorzinho" em hebraico, turco ou em alguma outra língua exótica que ele adorava estudar.
Minha avó e o resto da colônia sempre me chamou de Natí, fazendo o T soar mais como D. A minha ex-quase-madrasta Beth também as segue, por ter um sotaque curitibano bem forte.
Meu tio me chama pelo nome completo ou "sobrinha predileta"(a ironia é que eu sou a única). Minhas primas búlgaras berram: "NATASHKA!!!!!"
L. me chama de Naná, alguns poucos me chamam de Nats ou Néts. Aqueles apelidos melosos de namorado, eu adorava dar; só uma vez me deram, e eu morro mas não conto qual era.
Pro resto do mundo eu sou Nat ou Natch, pronunciado conforme onde nasceu.
A A.P., amizade de 30 anos, vixe, é a única pessoa em todo o planeta que eu deixo me chamar de Ná, porque ela é Ná para mim também, então fica Ná daqui, Ná de lá. Se eu deixo qualquer outra pessoa me chamar de Ná, é porque não considero amigo. Simples assim.
Quando eu era pequena, meu pai me chamava de Pupi, por causa de Puppe, a palavra alemã para boneca. Meu avô me chamava de Moteck, "amorzinho" em hebraico, turco ou em alguma outra língua exótica que ele adorava estudar.
Minha avó e o resto da colônia sempre me chamou de Natí, fazendo o T soar mais como D. A minha ex-quase-madrasta Beth também as segue, por ter um sotaque curitibano bem forte.
Meu tio me chama pelo nome completo ou "sobrinha predileta"(a ironia é que eu sou a única). Minhas primas búlgaras berram: "NATASHKA!!!!!"
L. me chama de Naná, alguns poucos me chamam de Nats ou Néts. Aqueles apelidos melosos de namorado, eu adorava dar; só uma vez me deram, e eu morro mas não conto qual era.
Pro resto do mundo eu sou Nat ou Natch, pronunciado conforme onde nasceu.
A A.P., amizade de 30 anos, vixe, é a única pessoa em todo o planeta que eu deixo me chamar de Ná, porque ela é Ná para mim também, então fica Ná daqui, Ná de lá. Se eu deixo qualquer outra pessoa me chamar de Ná, é porque não considero amigo. Simples assim.
7.5.09
The Lost Tribes of New York City
Me acabei com os sotaques.
Achado no twitter de alguém, visto aqui, criação destes daqui.
Me acabei com os sotaques.
Achado no twitter de alguém, visto aqui, criação destes daqui.
5.5.09
4.5.09
Ta cage j'abandonne
Já sei o que quero e o que não quero.
No sábado, o que eu queria era muito simples: dançar de olho fechado, no ritmo da música, sem me preocupar se rebolava demais ou de menos, sem arremedos de leão-de-chácara nem mãos possessivas na minha cintura, sem conversa fiada (mas olhar pode), e sem vontade de sair da pista para fazer coisa supostamente melhor. Dançar até os joelhos reclamarem e os pés doerem, sem se importar se a amiga foi embora e continuar sozinha, chegar em casa com o ouvindo zunindo, se perder e ai de quem achar.
E no sábado passado eu tive exatamente isso.
Já sei o que quero e o que não quero.
No sábado, o que eu queria era muito simples: dançar de olho fechado, no ritmo da música, sem me preocupar se rebolava demais ou de menos, sem arremedos de leão-de-chácara nem mãos possessivas na minha cintura, sem conversa fiada (mas olhar pode), e sem vontade de sair da pista para fazer coisa supostamente melhor. Dançar até os joelhos reclamarem e os pés doerem, sem se importar se a amiga foi embora e continuar sozinha, chegar em casa com o ouvindo zunindo, se perder e ai de quem achar.
E no sábado passado eu tive exatamente isso.
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